A Noite Escura da Alma
San Juan de la Cruz
A Noite Escura da Alma
de São João da Cruz
Noite Escura
Explicação das Canções que descrevem o modo que tem a alma no caminho espiritual, para chegar à perfeita união de amor com Deus, tanto quanto é possível nesta vida. Também são declaradas as propriedades características de que há chegado à dita perfeição, conforme se acham contidas nas mesmas Canções.
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Prólogo
Índice
- Prólogo
- Canções da Alma
- Livro Primeiro
- Canção I
- Capítulo I — Põe-se o primeiro verso, começando a tratar das imperfeições dos principiantes.
- Capítulo II — Trata de algumas imperfeições que têm os principiantes acerca do hábito da soberba.
- Capítulo III — Trata de algumas imperfeições que costumam ter alguns destes principiantes acerca do segundo vício capital, a avareza, espiritualmente falando.
- Capítulo IV — De outras imperfeições que costumam ter estes principiantes acerca do terceiro vício que é a luxúria.
- Capítulo V — Imperfeição em que caem os principiantes acerca do vício da ira.
- Capítulo VI — Das imperfeições na gula espiritual.
- Capítulo VII — Imperfeições que provêm da inveja e preguiça espiritual.
- Capítulo VIII — Exposição do primeiro verso da canção primeira, e início da explicação desta noite escura.
- Capítulo IX — Sinais para reconhecer quando o espiritual caminha nesta noite e purificação sensitiva.
- Capítulo X — Como devem proceder os principiantes nesta noite escura.
- Capítulo XI — Explicação dos três versos da canção.
- Capítulo XII — Proveitos trazidos à alma por esta noite.
- Capítulo XIII — Outros proveitos causados na alma por esta noite do sentido.
- Capítulo XIV — Declara-se este último verso da primeira canção.
- Livro Segundo
- Capítulo I — Começa-se a tratar da noite escura do espírito. Diz-se a que tempo começa.
- Capítulo II — Outras imperfeições próprias aos adiantados
- Capítulo III — Anotação para o que se segue.
- Capítulo IV — Põe-se a primeira canção e sua declaração.
- Capítulo V — Põe-se o primeiro verso, começando a explicar como esta contemplação obscura é para a alma não somente noite, mas também pena e tormento.
- Capítulo VI — Outras maneiras de sofrimento que a alma padece nesta noite.
- Capítulo VII — Continuação do mesmo assunto: outras aflições e angústias da vontade.
- Capítulo VIII — Outras penas que afligem a alma neste estado.
- Capítulo IX — Explica-se como esta noite é destinada a esclarecer e dar luz ao espírito, embora o obscureça.
- Capítulo X — Por uma comparação, explica-se em seu fundamento esta purificação da alma.
- Capítulo XI — Começa-se a explicar o segundo verso da canção primeira. Diz-se como a alma, por fruto destes rigorosos padecimentos, acha-se inflamada em veemente paixão de amor divino.
- Capítulo XII — Declara-se como esta horrível noite é purga-tório, e como, por meio dela, a Divina Sabedoria ilumina os ho-mens na terra com a mesma luz com que purifica e ilumina os anjos do céu.
- Capítulo XIII — Outros saborosos efeitos produzidos na alma por esta noite escura de contemplação.
- Capítulo XIV — São expostos e explicados os três últimos versos da primeira canção.
- Capítulo XV — Põe-se a canção segunda e sua declaração.
- Capítulo XVI — Explica-se como a alma, caminhando nas trevas, vai segura.
- Capítulo XVII — Explica-se como esta contemplação obscura é secreta.
- Capítulo XVIII — Declara-se como esta sabedoria secreta é também escada.
- Capítulo XIX — Começa a Explicação dos dez degraus da escada mística do Amor Divino, segundo S. Bernardo e S. Tomás: São expostos os cinco primeiros.
- Capítulo XX — São expostos os outros cinco degraus de amor.
- Capítulo XXI — Explica-se a palavra “disfarçada” e dizem-se as cores do disfarce da alma nesta noite.
- Capítulo XXII — Explica-se o terceiro verso da canção segunda.
- Capítulo XXIII — Explicação do quarto verso. Descreve-se o admirável esconderijo em que é posta a alma nesta noite, e como o demônio, embora penetre em outros lugares muito elevados, não pode entrar neste.
- Capítulo XXIV — Termina a explicação da canção segunda.
- Capítulo XXV — Explica-se a canção terceira.
Fonte:
Traduzido pelas Carmelitas Descalças do Convento de Santa Teresa do Rio de Janeiro.



